Fala-se muito em cidadania, educação, da necessidade que o país tem de uma integração cultural e política. Ainda assim, poucas atitudes concretas são tomadas para gradativamente modificar a realidade brasileira. É evidente o desinteresse tanto por parte dos jovens, quanto dos eleitores de mais idade. O desestímulo do povo em lutar em pró de seu próprio futuro vem das propostas que não são cumpridas e dos discursos que não são postos em prática.
A cada eleição, enquanto um candidato entra no poder e outro sai sem nenhuma mudança sifnificativa no quadro social do país, a descrença na política aumenta, cada vez mais o povo culpa o poder público pela miséria e se aliena quanto a sua parcela de culpa pela mesma.
Não se governa mais por motivações ideológicas, os cargos polítcos são como empregos, o candidato escolhe o partido que pague melhor ou aquele que irá conceder mais vantagens a ele.
Neste contexto de impunidade e conformismo o país tende a estagnar na ignorância. Onde estão aqueles que lutavam pelo bem comum, que acreditavam em utopias, em um mundo onde todos têm os mesmos direitos, que não ficam parados esperando que eles sejam respeitados, que lutam até a morte por suas crenças a fim de não aceitar a realidade injusta a que são impostos? Será que todos se transformaram em líderes populistas, que concedem vantagens em troca do voto daqueles que não tiveram acesso a educação? Será que o grande culpado é aquele que abdica do seu papel de cidadão? Que não comparece no único momento que o país pede a opinião do povo para decidir o seu próprio futuro, NA ELEIÇÃO!
Créditos: Deixa eu falar!
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